Comments:
Quarta-feira, Outubro 27, 2004
SOBRE A LUA
continuação às fotos do post abaixo....
Poesia introdutória - necessária a leitura, para melhor compreensão do texto que a segue:
Ela às vezes me dá medo
medo de não vê-la mais
nunca a toquei
mas vejo sua luz como
uma esperança de vida
como correr nu pela praia
eu quase consigo sentir
seu amor por mim
por nós
Eu realmente sinto sua falta
naquelas noites
sem inspiração
Controle minha maré
me ilumine sem parar
nunca me deixe pois
quero, um dia, te mostrar bem alto
meu filho
Era tarde da noite quando eu ainda estava pensativo sobre o assunto. Será que realmente tinha acontecido aquilo?, perguntava-me pouco antes de pegar no sono. O caso foi o seguinte: estava eu no topo do Morro da Cruz, aqui em Itajaí, nesta quarta-feira, quando fui fazer uma pequena matéria para o Diário da Cidade, jornal onde trabalho. A matéria tinha referência com o "observatório itinerante" patrocinado pela Univali, e que iria mostrar, através de lunetas potentes, a Lua em seu quarto-crescente. Nos dirigimos para lá eu e o dono do jornal, Igor Chagas, e lá chegando, tivemos que esperar pouco mais de uma hora para o evento começar, enquanto se montava todo o equipamento. Durante este tempo, aproveitei para fazer algumas fotos da cidade, principalmente do belo pôr-do-sol que fazia no instante em que chegamos ao cume do morro (as fotos podem ser conferidas no meu blog www.omeninoquenaomachuca.blogger.com.br). Tirei também algumas fotos da Lua, enquanto não chegava o momento de olhar o nosso satélite natural pela primeira vez na minha vida. Sim, nunca tinha visto a Lua por telescópios, algo que ainda comentava semana passada com um amigo meu. Depois de várias fotos tiradas, do frio que fazia lá em cima - na verdade, muito frio mesmo - chegara o momento de avistar as crateras lunares com meus próprios olhos (apesar de ser através de uma luneta, portanto, ainda é o único meio de se observá-la), chegaram dois rapazes, e acho que comentei algo com o Igor que nunca tinha visto o Lua e tal. Então um deles olhou para mim e perguntou se não era eu que tinha escrito uma poesia sobre a Lua. Impressionado com a coincidência - pois, para que não sabe, tenho um livro de poesia publicado -, disse que não, que não tinha escrito nenhuma poesia sobre a Lua. Então ele falou do livro Ciclotimia, afirmando que era eu, e recitou as últimas linhas da minha primeira poesia no livro (que é a primeira poesia do livro também, escrito por mim, Paulo Zembruski e André Pinheiro), que diz o seguinte: e um dia, quero te mostrar bem alto, meu filho. Bem, depois desses detalhes, lembrei-me da tal poesia e disse que realmente era eu o tal escritor de tal poesia. E ele riu, dizendo que então finalmente eu conseguiria olhá-la pela primeira vez, e eu então, assenti também rindo da coincidência maior ainda.
Depois nos despedimos, e imagino que ele deve ter ficado surpreso com o enorme acaso daquela situação, e eu ainda fiquei pensando naquilo durante algum tempo. Quando cheguei na casa da minha namorada, Aike, comentei com ela o assunto, e ela mais surpresa ainda, disse que a poesia nem falava nada da Lua. Na verdade, a poesia não fala da Lua, apesar de eu ter escrito pensando no nosso satélite. Tanto que ela comentou que não tinha entendido daquele jeito, imaginava outra coisa, menos a Lua. E aquilo, obviamente, me deixou mais surpreso ainda, já que o cara, que infelizmente não sei o nome, me encontrou, falou sobre a poesia, lembrou das últimas linhas, e era uma poesia que poderia ter várias interpretações - apesar de eu achar óbvio, mas isso porque fui eu quem a escrevi.
posted by RÔMULO MAFRA 19:57
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Quinta-feira, Outubro 21, 2004
últimos segundos de sol do dia de ontem.... foto tirada dos altos do Morro da Cruz, em Itajaí, por Lollomafra, este que vos escreve... ah, minha casa fica após aquela "floresta" que na foto, está bem na direção de onde o sol expõe seus últimos raios.
a lua chegando ao seu quarto-crescente com uma das maiores antenas que fica no Morro da Cruz.
novamente a lua, agora acompanhada de um detalhe da cruz que dá o nome ao morro onde eu estava ontem - fui fazer uma matéria para o Diário da Cidade, sobre o "observatório ambulante" que estava acontecendo lá. Mais detalhes, nos jornais da região. Na verdade, esta cruz é uma outra, trocada pela antiga que era de madeira.
posted by RÔMULO MAFRA 20:03
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Segunda-feira, Outubro 18, 2004
FINALMENTE!
Conselho de Comunicação pede votação da Lei de Imprensa
O Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso, deverá entregar amanhã (19/10) ao presidente da Câmara, João Paulo Cunha, moção solicitando à Casa que vote logo o projeto de lei que cria uma nova Lei de Imprensa para o País. O documento será entregue pelo presidente do Conselho, José Paulo Cavalcante Filho.
O projeto da nova Lei de Imprensa, elaborado pelo Senado, é de 1992. A matéria está pronta para ser votada pelo Plenário desde 1997, ano em que a Comissão de Constituição e Justiça aprovou, por unanimidade, o substitutivo do deputado Vilmar Rocha (PFL-GO).
Segundo o deputado, o principal ponto de divergência para a votação da nova Lei de Imprensa é o que trata do pagamento de indenizações por danos morais. "As grandes empresas de comunicação queriam que eu colocasse no meu substitutivo um teto, um limite para as indenizações por dano moral e eu não aceitei essa sugestão. Eles tiveram uma reação muito grande, por não ter sido colocado esse ponto no substitutivo", comenta o parlamentar.
A Lei de Imprensa em vigor no Brasil é de 1967, elaborada durante o período da ditadura militar.
Interesse público da informação
O presidente do Conselho Nacional de Comunicação, José Paulo Cavalcanti Filho, lamenta a demora para a votação da matéria. "Esse projeto é uma boa lei, estabelece princípios e deveres do jornalista e, sobretudo, estabelece que, nos conflitos entre liberdade de informação e os direitos da personalidade, vale o interesse público da informação", explica. "Então, não há razão para esse projeto não ser votado. Nada é mais urgente hoje no Brasil, quando se fala em democratização da informação, do que aprovar uma Lei de Imprensa atual", conclui Cavalcanti Filho.
Fonte: Agência Câmara
posted by RÔMULO MAFRA 21:41
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Quinta-feira, Outubro 14, 2004
"Dedicado a CHRISTOPHER REEVE por nos fazer acreditar que um homem pode voar"
chupinhado na maior cara de pau do blog rapadura principalmente por ser o que queria ter escrito ehehe, mas não tive competência...
"O fim. Quando não há mais roteiristas mirabolantes que possam trazer um super-herói de volta a vida, quantas vezes necessária. Quando só se pode ir ao sebo da memória e reler as façanhas de seu personagem favorito. Quando cessam os super-poderes e fica apenas o ser-humano.
Chistopher Reeve era quase da família de cada admirador e fã de quadrinhos do Super-Homem, e que curtiu a versão para o cinema de suas aventuras. A melhor versão em carne e osso de um personagem de papel. Uma das melhores versões do ser-humano em sua luta pela vida (início da musica tema de Superman)."
posted by RÔMULO MAFRA 20:10
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Sexta-feira, Outubro 08, 2004
MÚSICA DE FUGA
um texto estranho.. um conto...? não sei... escrito hoje....
Acordei no meio da tarde. Não. Era começo de tarde. Ainda fazia um ar quente, algo do meio-dia. Estranhei acordar àquela hora. Nunca durmo durante o dia. Mal consigo dormir durante a noite. Olhei o céu, que contrastava belamente com o as casas do condomínio onde moro. Elas são de uma cor difícil de se definir. Algo entre o salmão e rosa, talvez. Porém, subindo para o vermelho, mas bem claro. As nuvens desenhavam riscos no céu, como quando aproximasse um ciclone. Mas dessa vez eram riscos menores, todos pertinho um dos outros. Novamente pensei na estranheza de acordar durante o dia. Ou de dormir durante o dia. Tentei me lembrar de quando dormira, mas não cheguei a lugar algum. Parecia que nunca dormira, ou então, sempre estivera no mundo dos sonhos. Talvez nascia naquele momento, quando minhas pálpebras se separaram. Antes, minha consciência não apresentava nada. Não sonhara. Não descansara. Mas também não estava cansado. Não sentia o torpor dos primeiros minutos após levantar da cama, até o corpo novamente se acostumar a ficar de pé. Mas como sabia que se acordava cansado? Quem disse que eu teria que ter consciência durante o sono? Que quando acordasse, lembraria dos meus sonhos, lembraria da hora em que fui deitar, a hora em que peguei no sono? O fato era de que não lembrava. Estava contente por isso. Sentia-me leve sem o peso do mundo sobre minhas costas. Outra vez a pergunta zumbe na minha cabeça: por que então, deveria me sentir leve? Haveria outro modo de acordar, senão aquele? Começar uma outra vida a cada dia. Acordar na hora em que seu corpo achar que se deve levantar. Simplesmente ficar de pé, admirar a beleza do céu, as poucas pessoas na rua. Uma criança brincando enquanto seus pais ajeitam a casa nova onde vão morar. Não ter memória anterior. Aliás, nem saber o que é uma memória anterior. Pois este é o sentido. Sem saber o que é uma memória, não haveria a preocupação em tê-la, nem em perdê-la, correto? Mas perder o que?, pergunto-me. Dou de ombros como resposta. O som, que pareceu sempre estar ali, começa a tocar sozinho. Não devo me preocupar com isso. Certo, se tocou era porque tinha um motivo para tal e começo a apreciar a bela melodia que sai do aparelho. Mas a música começa a trazer recordações que não queria. Lembro do nome da canção. Em português quer dizer "música de fuga", ou algo do gênero. Começo a ver em minha mente pessoas que conheço. Nomes a lembrar. Acorde, diz o cantor. Acorde de seu sonho, continua o cantor. E realmente, eu começo a acordar. Mas o peso desta "ressurreição" vem logo em seguida. Nervoso, fico sem ar. Respire, ordena a música, e eu tento controlar meus pulmões. Respiro devagar, inspiro devagar, até tudo ficar em ordem. Cante, fala suavemente a canção. E agora eu já sei a letra da música. Sei até quem a canta. Só que agora eu sei demais. Lembro de tudo. Lembro de ter colocado esta música para eu saber quem eu sou. Para tocar no momento em que eu acordo, todos os dias, desde que tive esta rara doença que me faz esquecer de tudo, todos os dias. Aos poucos a vida vai voltando ao normal. Normal para os outros. Eu penso que posso fazer o que quiser e esquecer no outro dia. Talvez não seja uma doença. Talvez seja um dom. Como em O Retrato de Dorian Gray - estrategicamente colocado na estante acima do aparelho de som -, onde ele pode fazer tudo, sem que aquilo lhe aflija a alma. Sem que a preocupação de seus erros o atormentem.
Bem, a noite já está chegando e ainda tenho muitas horas para aproveitar a Vida, e como ela não me cobrará nada, a não ser o Tempo, devo me apressar, pois ele urge.
posted by RÔMULO MAFRA 19:43
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Segunda-feira, Outubro 04, 2004
A PANDORGA DA VITÓRIA
Segunda-feira, perto da uma da tarde: uma solitária pipa no céu azul, indica quem será o novo prefeito de Itajaí a partir de 2005.
Domingo, pela manhã bem cedo: começa a votação para decidir quem será o novo prefeito da cidade. Tudo indica que o candidato do PT, Volnei Morastoni, ganhará a cadeira. Mas a situação tem dinheiro. O candidato Macagnan tem todo o poderio para vencer. Mas falta-lhe algo. Apoio popular. Volnei diz, na televisão, que viu que ganhará a eleição pelo rosto das pessoas.
Domingo, durante toda à tarde: boatos correm a cidade: uma candidata à vereança teria morrido; outros presos pela justiça eleitoral; até Volnei teria ido preso.
Domingo, a partir das 16 horas: primeira pesquisa boca-de-urna começa a ser divulgada pela coligação que faz oposição. A situação nada diz. Não tem pesquisa nenhuma. Ninguém sabe nada. A oposição joga as cartas na mesa. Possui 7,7% de vantagem. No comitê da situação, a verdade tanto escondida, começa a aparecer. Os olhos não querem acreditar. Suas pesquisas deram errado. Tudo começa descer ladeira abaixo, mas o povo, este incrédulo, ainda acredita. Seus militantes continuam fazendo festas pelas ruas da cidade, que viveu um dia intenso em sua história política. A força das oligarquias contra a força da união dos fortes politicamente.
Segunda-feira, perto da uma da tarde: a pipa continua sozinha, no belo céu que fazia. Ninguém ousava impedi-la de voar. Ninguém para combatê-la. Ela só brincava, e ela, só, brincava, ousava.
Sábado à noite: a situação leva mais uma porrada. O candidato Francelino, é mostrado na TV trocando votos por sacolão e alguns trocados. Seu pai, o "bispo" Samuel Francelino, dono da TV Brasil Esperança, é quem mais fala. Quem mais se denuncia. Fala contra o Partido dos Trabalhadores. Tenta jogar ódio no coração das pessoas. Consegue jogar contra si próprio. A carapuça se desfaz. Do pastor de centenas. Dono de uma religião. De uma seita. Um "homem de Deus".
Domingo, a partir das 17h: começam a ser abertas as primeiras urnas. São quatro ou cinco. Somente um candidato vence todas. É o primeiro sinal. Os carros de uma das duas coligações que até então faziam festa, começam a se recolher.
Domingo, alguns minutos depois: uma informação avisa de que os principais bairros já decretaram o vencedor da corrida eleitoral em Itajaí. Começam os festejos pela cidade, agora, de somente uma cor.
Domingo, mais alguns minutos: a própria coligação já emite sua vitória. A outra, talvez, também sabia, mas não se pronunciava até então. A vitória de um estava totalmente decretada. Fogos. Carreatas. Jingles. Tudo indicava o vitorioso.
Domingo, pouco depois das 18h: a cidade de Itajaí está em festa. As ruas próximas à coligação vencedora estão tomadas. As ruas principais também. Logo depois, o povo confraterniza na avenida Beira-Rio. Todas as suas adjacências estão tomadas. Todos estão nas ruas. Alguns preferem as janelas de suas casas, assistindo a festa da democracia. A festa que democratizou Itajaí. Minha voz já está rouca. Depois disso vieram abraços, apertos de mãos, choros, risos, discursos inflamados, gritos há muito abafados (começaram a aparecer dois anos atrás), veias expostas que não mais podiam ser escondidas. Mudança. Não o continuísmo somente pelo continuísmo, como queria uma coligação - queriam pela perpetuação de seu próprio poder. Foram derrubados, de uma só vez, 3 ex-prefeitos de Itajaí (Arnaldo Schmitt, João Macagnan e Amílcar Gazaniga), um vice (Guto Dalçóquio) e um prefeito, Jandir Bellini
Domingo, bem mais tarde: cansado, feliz, rouco, vou para casa. Fiz o meu dever. Trabalhei, lutei, briguei, mostrei minha cara e, no final, venci. Vencemos. Durmo o sono necessário e acordo numa segunda-feira diferente. Um ar diferente na cidade. E é este ar que levanta aquela pipa que brincava sozinha. Uma pandorga branca, com as cores vermelhas estampadas em seu centro, e um número nele: o número 13.
posted by RÔMULO MAFRA 18:55
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Domingo, Outubro 03, 2004
VOLNEI PREFEITO
E precisa dizer mais uma coisa???????????????????
:-)
posted by RÔMULO MAFRA 18:10
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
É O DIA DOS BOATOS!!!!
Realmente, hoje além de ser o dia das eleições municipais em todo o Brasil, é o dia dos boatos, pelo menos aqui em Itajaí. Boatos de todos os tipos e tamanhos, para gostos variados. Um dos princiapais até agora, foi a prisão ontem, do candidato Macagnan (PFL). Ele teria sido detido por estar fazendo comício, sendo que a lei só permitia até quinta este tipo de propaganda.
Um boato diz que o candidato Volnei (PT) foi preso hoje. Boato falso, segundo sua assessoria. Volnei está "leve e solto", e provavelmente, nem está em Itajaí. Outro boato que chegou há pouco, dá conta de que a candidata a cadeira de vereador, Sônia dos Bairros, morreu esta tarde, após passar mal e ir para o hospital. Mais boatos? Sim, os candidatos Menon e Pisseti estão presos. Outro que começou boato e virou verdade, foi a prisão do candidato Davi Teixeira, que na verdade foi preso mesmo. Porém, segundo assessoria do PT, já está solto. Como disse, é o dia dos boatos. Amanhã, talvez, saberemos o que é verdade e o que não é.
E daqui uma hora ou pouco mais, já saberemos quem será o novo prefeito de Itajaí nos próximos anos.
posted by RÔMULO MAFRA 16:48
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
Comments:
Sexta-feira, Outubro 01, 2004
Lollo - um (quase) analista político
Agora este garoto que vos escreve entrará num seara muito perigosa. Muito maleável, mas que oferece alguma segurança nos próprios números, mesmo em se tratando do ser humano, que é instável e tem suas paixões, portanto, pode mudar de uma hora para outra. Entro no hall daqueles que dão pitacos políticos. Que fazem suas previsões antes das eleições, porém, agora, baseado em dados reais. Comecemos então:
Os números são simples. Por isso mesmo são tão reais. Vamos primeiramente pelo crescimento do candidato Volnei Morastoni (PT), que da penúltima eleição municipal, cresceu 10 mil votos. Isso de 1996 à 2000. Se pegarmos este crescimento e continuá-lo, teremos Volnei neste próximo pleito com 31 mil votos (na última eleição, Volnei terminou com 21.548 votos). Esse número é garantido, sendo que na última eleição, quando se elegeu novamente deputado estadual, em 2002, Volnei fez perto de 40 mil votos em Itajaí. Vamos dizer que o crescimento natural do candidato será de 15 mil votos, ficando perto dos 35 mil. Agora, o PMDB (que tinha como candidato, Arnaldo Schmitt), fez também 21 mil votos nesta eleição municipal de 2000, ficando apenas 45 votos à frente de Volnei. Como Arnaldo está apoiando o candidato Macagnan (PFL), chutemos baixo, e que dois terços dos votos do PMDB venha para o candidato Volnei, então temos 49 mil votos. Isso, sem contar a vitória de Lula na presidência do país, que fatalmente atrairão mais votos. Na última eleição, Jandir Bellini ganhou a eleição com 36 mil votos. Então somemos mais 7 mil votos do PDMB, da ala do Arnaldo Schmitt, e chego ao número que estou apostando, vai dar no domingo aqui em Itajaí. Volnei ganhando com cerca de 6000 votos no frente. Minha aposta, num bolão que fizemos no comitê, coloquei um número um pouco menor, mas espero realmente que dê mais. Como disse, o ser humano é imprevisível. Podemos ter vários resultados possíveis, mas acredito mais neste que detalhei.
posted by RÔMULO MAFRA 21:28
[@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@] [@]
|
Acadêmico de Jornalismo da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) no momento não matriculado por causa dos problemas mundiais financeiros (como o 11 de setembro, quedas na bolsa, reeleição do Bush etc). Assinou uma coluna sobre cultura alternativa no Jornal Eletrônico QuerSaber? (2000), e foi "mandado embora" por censura (???). Idealizador do MailZine MãonosCórnOnLine, também colaborou com artigos para o jornal da Cidade (suplemento do Jornal de Santa Catarina), Diário da Cidade, Diário do Litoral (coluna "de vez em quandal"), jornal Página 3, A Notíca, Observatório da Imprensa, jornal Vozes Fora, Cobaia, O Município, além de ter produzido (junto com Fernando Robleño e Juliano Silva) o fanzine Cuspe, ainda quando cursava o 1º semestre de Jornalismo. Atualmente é editor do jornal cultural PLATÉIA, criado em setembro de 2003. Também já publicou um livro de poesias, Ciclotimia, junto com André Pinheiro e Paulo Zembruski.
ORKUT
HOME
ARQUIVOS SECRETOS
|