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O MENINO QUE NÃO MACHUCA
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Um Blogo que segue a linha da minha coluna. Aliás, a linha que a minha coluna não tem. Falando de tudo que eu ousar falar, na medida do possível.
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Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
Este texto é uma resposta ao artigo que está logo abaixo deste aqui... portanto, mais compreensível se leres o tal artigo...
Mais meia dúzia de casinhas
Caro Antônio Carlos Floriano, não discordo quanto à perda do amigo Toni Cunha (até parece que estamos falando de um morto, não parece? Mas, para nossa sorte ¿ e a dele ¿ ele não está morto!) para a Casa da Cultura Dide Brandão. Entretanto, tenho uma visão diferente, no caso da derrota (ou perda, como dizes) que a cultura da cidade de Itajaí sofre com a saída de Toni Cunha do rol de empregados da prefeitura municipal. Sim, colocando as coisas deste jeito, denigres o próprio Toni, como se ele não soubesse fazer outra coisa pela cultura de Itajaí sem estar dentro da folha de pagamento do nosso prefeito (e o Toni ainda faz parte da prefeitura, porém, em outra situação). Floriano, eu sei que a tua intenção foi boa, mas repense suas palavras.
Veja bem, a prefeitura (ou trabalhar dentro dela) não é uma garantia de bom ou mau trabalho, e tiro esta lição por muitas outras pessoas que conheço (e até mesmo tu conheces) que nunca tiveram ligação com prefeitura ou partido político nenhum, e fazem um enorme trabalho cultural (poderia até citá-los, mas melhor não) dentro de Itajaí, e, tenho certeza, em qualquer lugar do mundo. As pessoas não necessitam exatamente estar junto (ou subjugado) ao poder para fazer um bom trabalho. Também tiro por mim, que, mesmo sem ter apoio da prefeitura, consegui montar um jornal cultural de bom nível (o jornal Platéia), e muito do que divulgamos são trabalhos feitos por pessoas que também estão à margem do dinheiro público, fazendo tudo na raça, não esperando que os governantes ou fundações culturais venham ajudá-los, venham saber o que se está fazendo de bom na cultura daquele bairro, daquela localidade. Sim, óbvio que quando um produtor cultural tem um apoio de dinheiro público, ele pode ter mais chances de melhorar seu trabalho (ou não, isso só depende dele também), porém, não é ¿ nem deve ser ¿ tudo na vida do produtor. As pessoas que querem produzir cultura conseguem fazê-la de um jeito ou de outro. Quem tem qualidade, como o Toni, consegue se virar, consegue mostrar seu talento, e eu, acredito realmente que o Toni ainda vai mostrar muito mais, porque ele sabe que, se esperar pelos outros, nunca vai sair do lugar. Outra coisa, o Toni está, atualmente na Fitur, como disses, e acredite, o turismo vai ganhar ainda mais com o Toni naquela fundação, que, neste novo governo, vai trabalhar em conjunto com a Fundação Cultural. Viu?, as coisas mudam, ninguém merece um ¿lugar definitivo¿ em lugar nenhum, pois somos seres humanos, e aprendemos (e assim melhoramos) com as mudanças.
Para reforçar, volto as minhas palavras iniciais: Itajaí não perdeu nada com a saída de Toni Cunha da Casa da Cultura Dide Brandão (que, o próprio Floriano sabe, é normal quando se muda um governo, felizmente ou infelizmente); talvez ele demore um pouco a se acostumar com a nova realidade (e pelo que conheço dele, já deve estar acostumado e trabalhando duro), mas vai seguir em frente, vai continuar sendo o (bom) produtor cultural que é, para que, no futuro, também possa agradecê-lo pelo que ele irá fazer, e faço minhas as palavras do Floriano, em seu agradecimento a este grande sujeito que é Toni Cunha, por tudo o que já fez. Por mim, também mais meia dúzia de casinhas à beira-mar!
posted by RÔMULO MAFRA 20:58
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Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
É O CAPETA!!!
É o "demonho", era o que eu falava e ouvia por perto na arquibancada, ontem, durante o jogo do Marcílio 4 x 2 Tubarão, sobre o jogador Bugrão, mais recente contratação do time de Itajaí. O cara simplesmente ia em todas as bolas, não desperdiçava nenhuma, e quando perdia, vendia caro a bola que não conseguia pegar. Passou pelos pés dele, provavelmente, pelo menos três dos quatro gols que o Marcílio fez, e, apesar de ele não ter marcado nenhum tento contra o Tubarão, foi dos jogadores mais importantes . Os outros três gols foram feitos pelo jogador Leandro (um deles, quando Bugrão perdeu o pênalti, Leandro aproveitou a sobra, marcando, no fim do primeiro tempo, o quarto e último gol do Marcílio na partida). O outro gol - que abriu o marcador no Gigante das Avenidas - foi marcado por Baroni, numa belíssima cobrança de falta, pegando desprevenido o goleiro do Tubarão, antes dos cinco primeiros minutos do primeiro tempo.
Bem, como é do Marcílio que estamos falando, não dá pra falar de Marcílio sem falar de sofrimento, e eis que no segundo tempo, o Marinheiro volta um pouco mais retrancado, o que seria até normal, se não fosse a impaciente torcida que sempre quer mais um. Não demorou muito para o Tubarão abrir o marcador, e, numa bobeada, marcar o segundo gol na partida. Isso, é claro, deixou a torcida mais irritada. O técnico até tentou melhorar um pouco o ataque, colocando o Rodrigo Couto, que até criou boas jogadas, mas não adiantou muito. Logo Bugrão foi substituído por um jogador que não lembro o nome (o número 15), e que deu um bom chute a gol, mas que nas últimas partidas não vinha mostrando serviço, e, claro mais uma vez, irritou um pouco a torcida marcilista.
Certo, o mais importante no jogo de ontem foi que o Marcílio está em segundo lugar do Grupo B (só atrás do Joinville) e já está classificado para a próxima fase do Catarinense (se classificam quatro clubes de cada um dos dois grupos), só faltando a partida com o Criciúma, que será disputada no sábado (ou domingo, ainda não sei) lá na Capital do Carvão, sul de Santa Catarina. Este jogo servirá para o Marcílio cumprir tabela, mas é importante manter-se em segundo lugar, para pegar o terceiro da outra chave na próxima fase do Catarinense 2005.
Taí, pros reclamões e "secadores", o Marcílio chegou lá, com uma boa campanha (menos para a torcida, que sempre quer mais), duas derrotas, empates, e vitórias fora de casa que deram uma boa sustentação pro time se classificar. Agora resta esperar a próxima fase do Campeonato Catarinense, e torcer para que ganhe o melhor, e que este melhor seja o Marcílio Dias. Ainda dá tempo de melhorar muito mais este time, principalmente a zaga, o maior defeito do Marinheiro.
posted by RÔMULO MAFRA 15:38
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Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
NA GARAGEM, EU ME SINTO SEGURO
Já estou me emocionando com a possível vinda do Weezer este ano, no CPF (Curitiba Pop Festival), principalmente ao ouvir Buddy Holly, Undone, No One Else, My Name is Jonas, ou as lindíssimas Say ain´t So e In the Garage, duas canções que estão as mais lindas do rock de todos os tempos. In the garage I feel safe No one cares about my ways In the garage Where I belong No one hears me sing this song In the garage. Mas já que nomeei quase todas as canções do "disco azul", coloco o nome das outras, que também merecem destaque: Surf Was America, Holiday, The World hás Turned and Left me Here e a baladíssima Only in Dreams. Talvez eles nem venham. Let's go away for a while You and I To a strange and distant land Where they speak no word of truth But we don't understand anyway. Talvez fique somente nos boatos, mas estes boatos já serviram para jogar longe minha mente, em meados de 96, quando conheci Weezer e me apaixonei à primeira audição. Do you believe what I sing now? E olha que isso foi dois anos após o lançamento do que chamo, o álbum perfeito, o Blue Album. I want a girl who will laught for no one else. Inclusive já escrevi algumas vezes sobre Weezer. Um destes textos saiu no jornal Cobaia, uma das matérias que mais me deu prazer em escrever, não que outros textos - mais críticos, principalmente - não tenham me dado este prazer, porém, falava de uma banda que realmente tenho prazer em falar, ouvir, cantar, ler. You take your car to work I'll take my board And when you run out of fuel I'm still afloat. E é uma banda que, admito dizer, rivaliza com minha paixão eterna que é o Nirvana, esta, amor mais antigo ainda, desde finalzinho de 1991. If you want to destroy my sweater. Mas mesmo assim, anos depois, arranjei espaço para outras bandas que são, digamos, do coração, como o próprio Weezer, e a lista é longe: Pixies (e seu derivado, Breeders), REM (que ouvia e gostava desde pequeno), The Cure (o mesmo caso que REM), Smiths, Doors, Bad Religion, outras mais recentes como Beck, Coldplay, Placebo, entre outras, que para não deixar de fora, vou parando por aqui. É isto. Woo-ee-oo I look just like Buddy Holly. Mais um texto para o Weezer. E quando estava montando com as letras do "disco azul", percebi que já fiz isto em outro texto sobre a mesma banda, e, se não me engano, foi na matéria que saiu no jornal laboratório Cobaia (me enganei, não foi naquele texto, que, depois de uma busca pelo meu computador, acabei encontrando - mas na verdade não tenho certeza, ainda, se este texto é o mesmo publicado eheheheheh). Dear Daddy, I write you in spite of years of silence. Certo, espero que esta tenha agradado as fãs, e colocado uma pontinha de vontade de conhecer para os que nunca ouviram Weezer. E pra acabar, a primeira frase (famosíssima, pelo menos entre os fãs), da primeira música do primeiro disco: My name is Jonas I'm carrying the wheel
aPERGUNTAqueNÃOquerCALAR: [ o Weezer, vem ou não vem? ]
recomendaçõesDAsemana: o livro "Fanny Hill", de John Cleland, um dos maiores clássicos da literatura erótica de todos os tempos, escrito por volta de 1740, e censurado por vários e vários anos no mundo inteiro, principalmente por tratar de um assunto tão delicado - até hoje: a prostituição. Claro, o livro trata das "cortesãs", que é como se chamavam as prostitutas, vamos dizer, mais chiques. Hoje em dia, seriam as prostitutas que se anunciam como "acompanhantes" de executivos, e que cobram preços bem mais altos que as prostitutas de rua. Fanny Hill é muito bem escrito, um diferencial para época, e por isso, fez sucesso logo que foi lançado - incrivelmente ele só foi censurado após a morte de Cleland - e ainda faz grande sucesso quando de suas novas publicações.
teclaREPEAT: Weezer, Blue Album
FRASEdoMILÊNIOdoSÉCULOdaSEMANA: (( Para que alguns se façam ricos, é necessário que o trabalho de muitos seja explorado. )) Balzac
posted by RÔMULO MAFRA 16:35
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Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005
PALHAÇADA
Sinceramente, rídiculo este circo montado em cima de um certo casamento de famosos. Fodam-se todos que estão dando espaços enormes para esta palhaçada! Até eu, foda-se eu, que estou a escrever sobre esta merda, mas estou indignado com tudo isso. Foda-se esta guria que só quer aparecer. Tinha mais é que ser expulsa SIM! Se alguém, que eu não goste, aparecer no meu casamento, expulso também, e daí? Danem-se os moralistas! Dane-se a mídia que só quer ganhar um ibope rídiculo e dane-se a guria que foi expulsa. Tinha que ter sido chutada mesmo!
posted by RÔMULO MAFRA 17:52
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Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005
DUPLA TOSQUICE
Por que a dupla mais tosca da imprensa itajaiense, Antônio Carlos Kormann e Joaquim Lacerda tem que meter a política no meio do futebol, ao criticar a equipe do Marcílio Dias (a crítica foi ao Normélio Weber, presidente do clube e "braço-direiro" do prefeito Volnei Morastoni), no seu programa diário de rádio? Por que será??? Alguém sabe??? ehehehe
Também é de se perguntar por que esta "dupla de dois" disse em sua coluna semanal, que é "contra o sistema"???????? Cruzes!!!!!! É pra dar risada até doer a barriga. Dêem uma olhadinha numa parte da coluna da dupla: "É difícil ser contra um sistema principalmente quando este chega no poder trazendo em sua bagagem rancores e mágoas do passado e não aprenderam, com o seu passado recente, a conviver com as opiniões divergentes e contrárias as suas." Pra quem conhece as figuras, sabe o quão ridículo é isso.
Eu sei a resposta, mas deixo os que não sabem na indecisão. Ou tirem a dúvida diretamente com os dois, ligando para a rádio e perguntando ao vivo ehehehehe
Realmente, é o que de há de pior no jornalismo (se é que pode-se chamar isso de jornalismo) itajaiense.
Neste exato momento, no programa (?) deles, os dois metem a lenha no prefeito Volnei Morastoni. Dizendo que não tá fazendo nada (mandando trabalhar ahahahahahah), tá falando muito, que isso é "coisa de petista", que o Volnei perdeu a eleição (????), pois não fez a maioria na Câmara, dizendo que a cidade está 50% à 50%. Nossa, é muito engraçado!! Eles fazem um programa de piadas, disfarçando de programa sério. :-))))))
Daí retiro uma parte da coluna do Jean Sestrem sobre o mesmo assunto (claro, escrito anteriormente): Outro crime se desenha quando a massa geradora de mídia alugada recria a imagem do "cala-te boca" e vão trabalhar, como se na sua profissão não existisse nenhum compromisso moral de se elucidar a verdade verdadeira, aquela que não dá para contradizer, pois se encontra diante dos olhos. Todos estes ajudam a promover a miséria que faz milhares de mães, pais e filhos chorarem de dor abdominal diariamente.
Falou e disse, Jean! E qualquer semelhança com a parte que cita "mídia alugada" com a dupla de dois, não terá sido mera coincidência.
(estas colunas podem ser lidas no sítio: www.itajaionline.com.br)
posted by RÔMULO MAFRA 17:12
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EUA.... tsc tsc tsc
Mudando de assunto nesta semana, o que este bosta do Bush (até rima) tem a ver com a bosta das armas atômicas no Irã???? Mas que merda!! Quem essa cara pensa que é? Ahh, sim, ele pensa que é o Bush, a merda de presidente do país mais arrogante do mundo. Ele não vê que se tentasse mudar (só tentasse) já faria um grande favor ao mundo inteiro, talvez pessoas se ajoelhassem para agradecê-lo por tentar melhorar o mundo (vide Kioto e a rídicula negativa), mas não, ele prefere ser o presidente das armas, o presidente das guerras, o presidente das mortes. Esse cara me irrita profundamente.
Deu no Yahoo e me irritou mais ainda:
"Bush diz que arma nuclear iraniana seria 'inaceitável'
Washington, 17 fev (EFE).- O presidente americano, George W. Bush, disse nesta quinta-feira que é 'inaceitável' que o Irã construa uma arma nuclear, e avisou que Washington apoiará Israel 'se sua segurança for ameaçada'."
A pergunta é simples: Por que eles não podem, e vocês, seus filhos da puta, podem????? Claro, vocês usam essa merda de poderio militar pelos meios "pacíficos", do tipo: olhem o que tenho, vocês têm medo? Então enfiem o rabinho entre as pernas se não quiserem ver seu país devastado pelas nossas forças armadas. É simples. Eles não querem ninguém competindo com eles. Ninguém que tenha culhão pra jogar uma bomba atômica (ou só ameaçar, como eles fazem), ou mandar um missíl com endereço de Wall Street. Fodam-se! Tô torcendo para o Irão não baixar a guarda!!!!
posted by RÔMULO MAFRA 16:36
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A PRIMEIRA VITÓRIA
Ahhhhh, finalmente uma vitória do Marcílio Dias em casa!! Finalmente assisti ao time peixeiro ganhar in loco, coisa que não acontecia desde o campeonato estadual do ano passado, ou seja, cerca de um ano! Bem, e não poderia ser diferente, pois o derrotado de hoje foi o derrotado dentro de casa, o Metropolitano, da cidade de Blumenau - estranhei a não vinda dos torcedores blumenauenses, a não ser por uns poucos.
Bem, já falando do jogo em si, foi outra história. Muitos disseram que foi o pior jogo do Marinheiro dentro de casa, mas, é aquela velha história, é preferível jogar mal e ganhar, do que o inverso. E concordo plenamente com esta tese; prefiro mil vezes à vitória do que um empate com jogo "bonito". Aliás, bonito mesmo é ver o teu time ganhando diante de sua torcida, ver a torcida sair aplaudindo os jogadores, que, como também não poderia ser diferente, sofreu para manter o apertadíssimo placar de 2 à 1. Sim, para os que assistiram o jogo, sabem que o juiz influenciou negativamente o time itajaiense, só "mudando de lado" no finalzinho do jogo. Bem, é horrível que o juiz seja de um lado ou de outro, o certo é ser imparcial, mas já que prejudicou o time durante quase toda a partida, nada de mais dar uma ou outra ajudinha no final. E olha que foi coisa ridícula perto do que este senhor fez durante todo o jogo. Aliás, esta também foi uma característica do último confronto do Marcílio dentro de casa, neste domingo. Espero que seja apenas uma triste coincidência. E também, assim como toda a torcida marcilista, que seja a última.
Os destaques da partida ficaram para os jogadores Paranhos (é, é como é chamado mesmo ehehehe), marcador do primeiro gol, e o que usa a camisa número dois, que agora não sei quem é, além do número 07, que fez um golaço de voleio. Agora também não lembro do jogador que fez o "quase gol" mais bonito do campeonato. O cara entrou na área, saiu, voltou, nisto driblando uns seis jogadores (se é que não estou exagerando), e quando foi chutar, num giro rápido, chutou para fora, já desequilibrado, arrancando aquele úúúúúhhh da galera e aplausos em seguida pela linda jogada.
No mais, foi aquele sofrimento durante os últimos minutos da partida, na expectativa da primeira vitória acontecer ou de levar um golzinho que poderia ferrar com as chances do Marcílio se classificar. Ainda não sei o resultado da outra partida, que daria mais chances ainda do Marinheiro conseguir a classificação, Lages e Joinville, todos torcendo para uma vitória do Jec, já que este está virtualmente classificado, e com a vitória, colocaria o Marcílio em segundo lugar - o Lages estava empatado com o time peixeiro.
E agora é esperar sábado, às 16h, no jogo mais importante desta fase para o Marcílio, contra o Jec lá em Joinville, que será transmitido pelo SCC (repetidora do SBT em Santa Catarina).
posted by RÔMULO MAFRA 13:37
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Domingo, Fevereiro 13, 2005
COISINHAS DE DOMINGO...
Ai ai ai... mais um jogo dentro de casa, e mais um empate do Marcílio Dias. Ainda não sei como foram os outros jogos, principalmente os do Joinville, que mais interessam ao time de Itajaí. A esperança é que o Jec tenha perdido. E neste jogo aconteceu a estréia, no público, da minha namorada Aike, que adorou assistir ao primeiro jogo - de futebol -, da sua vida. O jogo até que foi bom, apesar do Marcílio sair perdendo, mas deu o troco em menos de dois minutos após levar o único gol, e ficando até o fim do jogo no 1 x 1. Os dois gols aconteceram no primeiro tempo. Uma ressalva deve ser feita com o árbitro da partida, que não sei o nome. O cara simplesmente expulsou três jogadores de cada time, num jogo que não estava assim tão violento. Pelo menos uma expulsão do Marcílio Dias foi injusta, numa jogada sem nenhum perigo, numa falta (por trás) ainda no campo de defesa do outro time. Outro "causo" da partida foi a bandeira de um dos auxiliares, que em dado momento, num lance de impedimento (nesta hora, para que não sabe, o auxiliar levanta a bandeirinha), ao levantar - com extrema vontade - sua bandeira, ela levantou vôo por uns três metros, fazendo a torcida (e o próprio auxiliar, como alguns jogadores) levantar e dar boas risadas com o fato inusitado.
Ah, vou bater na tecla que todos no estádio bateram, o Marcílio precisa chutar mais no gol, precisa melhorar a pontaria, é só isso que falta! E parar com a retranca, que apesar de ser discreta, atrapalha em momentos decisivos.
xxx...
Queria parabenizar meu amigo Anderson Gonçalves, que agora é mais um bacharel em Admnistração, sendo que a festança foi neste sábado ali no tradicional (e excelente) restaurante Vovó Carola (olha o jabá aí!!). Depois fomos para o baile de formatura, na Sociedade da Vila.
xxx...
Eu até ia responder por aqui a uma crítica feita pelos meus textos sobre o Marcílio Dias, mas como já foram devidamente esclarecidas pessoalmente (e por e-mail), só quero deixar claro que não ganho nada do Clube Náutico Marcílio Dias para falar sobre futebol. É só uma paixão, oras! E se é paixão, por que não falar? :-)
xxx...
E um certo reality show continua dominando a conversa de quem não tem nada melhor pra fazer. Sinceramente, não sei o que se passa (na cabeça das pessoas e no programa), não quero saber, e quase tenho raiva (pra não dizer pena) de quem sabe o que se passa nessa "coisa". Vamos pessoal, deixem a TV de lado! Temos bons filmes nas locadoras,cinemas, parques e praças, praias, livrarias cheinhas de livros para ser comprados. Ah, o preço tá caro? Vão nos sebos, temos ótimos aqui em Itajaí. Enfim, o que não existe é desculpa pra ficar na frente da televisão assistindo à degradação da mesma (e da nossa cultura, conseqüentemente).
xxx...
Agora vou tomar um café com bananinha frita que a Aike está preparando! O cheiro está uma delícia (e depois, assistir a um filme do Almodóvar, "Tudo sobre minha mãe". Espero que seja bom!).
Beijos n'alma
aPERGUNTAqueNÃOquerCALAR: [ quando o Marcílio vai ganhar em casa???? ]
recomendaçõesDAsemana: o livro "A importância de ser Prudente", do gigante Oscar Wilde. Um ótimo livro, um ótimo projeto gráfico nesta edição da editora Civilização Brasileira, e bom também por manter o prefácio de Décio de Almeida Prado, escrito em 1959. Apesar de ser um bom prefácio, peca por contar alguma coisa de importante que acontece perto do final do livro, portanto, recomendo lê-lo após o término do livro. Oscar Wilde, neste livro, destila um pouco mais de seu veneno contra tudo e contra todos - claro que nunca de forma arbitrária - e isso é o que, junto com sua boa escrita além de uma vida tumultuada, mantém sua literatura viva por tantos e tantos anos (mais de um século). Acho que sou suspeito para falar de Wilde. Sou fã assumido de um dos maiores escritores de todos os tempos, portanto, leiam "A Importância..." que vocês darão boas risadas - o texto, escrito para o teatro, é uma comédia - com a acidez deste grande da literatura mundial.
teclaREPEAT: Nirvana Unplugged
FRASEdoMILÊNIOdoSÉCULOdaSEMANA: Essa questão da música é importante: quando é boa, ninguém escuta; quando é má, ninguém conversa... - o personagem Algernon, no livro "A importância de ser Prudente", de Oscar Wilde
posted by RÔMULO MAFRA 21:18
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Domingo, Fevereiro 06, 2005
VITÓRIA
Pois é, e o Marcílio foi a Blumenau e venceu o Metropolitano por dois gols à zero, num jogo típico de ¿pelada¿, segundo o pessoal da rádio e torcedores que foram ao estádio do Sesi. Mas esse é o Marcílio, joga um bolão dentro de casa e deixa empatar, vai no campo do adversário, não joga nada e ainda ganha (com dois golaços!). E ser marcilista é isso, sempre sofrer e sempre torcer, esperando por um título estadual, sonhado por muitos durante as duas últimas décadas.
aPERGUNTAqueNÃOquerCALAR: [ quem quer saber da susana vieira ensaiando com escola de samba???? Ou de qualquer outra "celebridade"?? ] ¿ matéria na capa do portal Terra no fim de semana
recomendaçõesDAsemana: o livro "Crazy Cock" do escritor estadunidense Henry Miller. Este livro é considerado o primeiro romance escrito de Miller, mas foi publicado tardiamente, após a sua morte. Os originais estavam considerados desaparecidos. O livro, como toda a obra de Miller, é autobiográfica, e o escritor muda somente o nome dos personagens. E claro, se sua vida foi tão interessante assim (e tão sofrida também), seus romances realmente merecem ser lidos com um prazer a mais (prazer, em alguns momentos sádico, porém, prazer). O livro tem um bom prefácio de sua pupila Erica Jong, que faz um comparativo deste livro com outras obras do "maldito" Henry Miller. O livro também conta com um grande prefácio, de Mary V. Dearborn, e explica um pouco da parte "real" do livro Crazy Cock, que como já disse, é auto-biográfico. Este livro foi publicado no Brasil nos anos 90 pela Editora Siciliano.
teclaREPEAT: sweet dreams, eurythmics
FRASEdoMILÊNIOdoSÉCULOdaSEMANA: (( Abençoados os que não têm nada a dizer e que não se deixam persuadir a dizê-lo. )) James Russel Lowell.
posted by RÔMULO MAFRA 16:02
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Quinta-feira, Fevereiro 03, 2005
VOLTA AOS CAMPOS
Nossa, fazia uns bons meses que não assistia um jogo inteiro do Marcílio dias (o time aqui de Itajaí), e nesta quarta-feira senti o gostinho de ver o meu time jogando, e melhor, jogando muito bem, como há tempos não via. Pra ser sincero, acho que foi um jogo raro, onde o Marcílio jogou muito, e o Joinville jogou pouco, já que este confronto entre os dois times já é clássico, principalmente no enfrentamento entre as torcidas, que ficam o tempo inteiro se xingando. Lembro ainda quando era pequeno dos embates, quando as duas torcidas só ficavam separadas por um cordão de isolamento de policiais. Hoje eles já têm uma ala especial da arquibancada. Mas mesmo assim a coisa começou tumultuada. Ainda não tinha 20 torcedores do Jec, quando estouraram a poucos metros de nossas cabeças, um foguete destes de 12 tiros. Foi um susto só. E foram duas vezes. Eles jogaram por detrás da arquibancada, onde nós estávamos. Deu pra sentir na pele os estouros, que pareciam pipocar a menos de quatro metros. Foi a gota d´água para a torcida, que começou a hostilizar ainda mais os adversários. Como era recíproco, a polícia teve que conter os joinvillenses chamando o batalhão de choque, e depois de algumas pessoas levarem cacetete na cabeça, a coisa acalmou um pouco.
Só não acalmou no campo. O jogo, disputadíssimo e só com o Marcílio no ataque, terminou o primeiro tempo com o Marcílio na frente, com um belo gol (Thiago Régis), quase da entrada da área, que ainda bateu na trave. A jogada começou com um bom contra-ataque, assim como o segundo gol, já no segundo tempo. O Joinville fez o primeiro gol cinco minutos depois, e terminou empatando aos 42 minutos. O Marcílio parou de ir ao ataque, dando mais espaço para o Joinville, que, mesmo estando num dia fraco, se aproveitou da fragilidade do Marinheiro após o primeiro gol. Mérito de Jec, sem dúvida, mas o Marcílio deixou empatar por não saber aproveitar as oportunidades. Poderia ter ampliado mais ainda o marcador antes de levar o primeiro gol, e até mesmo depois, mas o time se abateu. Não sei se foi culpa do técnico, como gritava a torcida, mas mesmo assim foi um ótimo jogo de assistir, e se o Marcílio jogar tudo que jogou contra o Metropolitano no sábado, em Blumenau, tem tudo pra vencer o segundo jogo fora de casa. E melhor, continuamos invictos.
Pra sorte do time de Itajaí, o Criciúma empatou com o líder Lages, e o Jec ficou empatado em terceiro lugar junto do Marcílio Dias.
posted by RÔMULO MAFRA 01:19
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Acadêmico de Jornalismo da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) no momento não--matriculado por causa dos problemas mundiais financeiros (como o 11 de setembro, quedas na bolsa, etc). Assinou uma coluna sobre cultura alternativa no Jornal Eletrônico QuerSaber? (2000), mais foi "mandado embora" por censura (???). Idealizador do MailZine MãonosCórnonline, també-m colaborou com textos para o jornal da Cidade (suplemento do Santa), Diário da Cidade, Diário do Litoral, jornal Página 3, A Notíca, Observatório da Imprensa, jornal Vozes Fora, Cobaia, O Município, alé-m de ter produzido (junto com Fernando Robleño e Juliano Silva) o fanzine Cuspe, ainda quando cursava o 1º semestre de Jornalismo.
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