|
O MENINO QUE NÃO MACHUCA
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
um blog. somente isso.
|
Comments:
Quarta-feira, Maio 31, 2006
A direita bate o pé e faz até biquinho
com direito a chicote na mão...
Tá, admito, sou chato. Vou falar do mesmo cara que falei aí abaixo. Mas o que posso fazer? Gosto de ler jornais, e gosto de criticar o que acho "criticável", principalmente quando é tão fácil, como criticar a coluna do Ivan Rupp no Diário da Cidade; ela é um misto de erudição com chutes fáceis, destes que lemos em qualquer revistinha metida a politiqueira, ou um misto de colunista social com colunismo político (exemplificando, o Cláudio Humberto, que também faz algo do "gênero"), seja lá o que for colunismo político hoje no Brasil. Aliás, o leitor pode me dizer quem escreve uma boa coluna política hoje? Como não tenho grana para ler a Folha de S. Paulo, nem quaisquer outro ¿jornalão¿ dito ¿nacional¿, fico à míngua. Têm aquelas coisas horrendas da Veja, que de vez em quando consigo acesso através da internet, ou pego a revista de alguém que tenha comprado a dita cuja. Não sei se podemos contar aquelas coisas como colunismo político. Mal dá como revista, mas...
... voltamos ao foco. Vamos comentar a coluna desta terça (30/05).
Ah, ele começa, novamente, na primeira linha (lembram o que eu escrevi na minha última intervenção por aqui?), primeira palavra, com o seu candidato: ¿Geraldo Alckmin esteve na Sociedade Guarani...¿ e assim vai. Tudo bem, quem sabe seu estratagema de campanha surta algum efeito. Ele reclama que Alckmin só deslancha por milagre. ¿O problema é o discurso, que, ao meu ver, carece de emoção e de argumentos palatáveis ao grande público, ao eleitor mediano.¿, diz Rupp. Peraí, isso não é coisa de ¿populista¿? Pensei que o negócio era falar a verdade, fugir desta retórica que ele tão gostosamente aponta para Lula. Bem, vai saber, talvez seja esta mágoa que o Ivan carrega com seu partido, PFL, pela péssima escolha do Alckmin. Isto pode estar afetando o colunista do Diário da Cidade.
Depois, diz que nada se compara ao Lula, pela ¿campanha constante¿, ¿marketing eficaz¿, e novamente reclama do povo, este ¿inerte¿, segundo Ivan. O segundo mandato de Lula, diz, será ¿a pior coisa que poderia acontecer ao Brasil¿, um ¿atraso de conseqüências inimagináveis¿ entre outros adjetivos; com isso, o colunista novamente atesta a ¿burrice¿ do povo brasileiro. Sim, a culpa é do brasileiro, no seu entendimento (e, claro, não estou tirando-lhe o direito de dizer, mas quero o meu direito de reclamar destas repetidas declarações sem fundamento ¿ como disse, baseadas no seu chutômetro). Após isso, ele continua na sua agressão ao povo, mas vou à parte onde ele fala da esquerda (de vez em quando, não é a esquerda que governa o Brasil, segundo o próprio colunista), esta odiosa categoria que, talvez ele pense como o Bornhausen, deveria ser tirada do poder. Rupp diz que estamos vivendo numa esquerda, e ela se baseia em idéias do final do século XIX, início do século XX. Aí ele tenta ser engraçadinho com umas piadinhas e tal, mas, pergunto ao Ivan: as idéias da direita são de quando? Quem são os autores que a direita se baseia? De quando são eles? Então, vem sua ¿síntese¿ da esquerda: ¿a negação da própria humanidade¿. Daí, pulo para o final da sua coluna, onde, irritadíssimo, pede um chicote para deputada (adivinhe de que partido) Luci Choinascki; ela disse numa entrevista ao Diarinho que o PFL e o PSDB têm ódio à pobre. Oras, e preciso falar mais alguma coisa?
Ah, sim preciso, mas isso é quase um post script, também conhecido como P.S.: Ivan duvida e aposta com quem quiser que Alckmin não perde no primeiro turno pro Lula. Ele acha que será ¿ruim demais se o Lula ganhasse de goleada¿, que é o que aconteceria se a eleição fosse hoje. Veja só a mentalidade da direitona; sabe que vai perder, mas não aceita (imagino eles batendo o pé e fazendo biquinho neste momento, que me perdoem o gracejo) perder no primeiro turno. Sinceramente, às vezes, admiro a coragem do Ivan de escrever estas coisas ehehehehe..
E se a aposta for de dez reais (por enquanto, é o que minhas possibilidades me permitem), tô dentro.
posted by RÔMULO MAFRA 15:54
[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]
Comments:
Segunda-feira, Maio 29, 2006
A raça por mais quatro anos
(Realmente, se isto acontecer, eles não vão agüentar ehehehhe)
Sinceramente, alguém ainda perde tempo lendo minhas críticas ao jornalismo? Principalmente ao nosso Diogo-Mainardi-mal-ajambrado, Ivan Rupp, como disse o amigo Diego? Bem, se lêem ou não, paciência. Vou a mais uma, já que a coluna da última sexta-feira (26/05) está uma "delícia", com um prato que, na verdade, é o mesmo de sempre, mas oferece uma boa gama de "tira-gostos".
Ivan começa, numa daquelas tentativas de correligionários (odeio esta palavra) puxa-sacos de salvar o "insalvável", colocando o nome do seu candidato na primeira linha: "A vinda do pré-candidato do PSDB Geraldo Alckmin..." . Tá certo, tô só pegando no pé do Ivan, mas não resisto à tentação. Se bem que, até mesmo o Ivan já jogou a toalha, assim como também a imitação de colunista, Diogo Mainardi, já desistiu de acreditar que "esta raça do PT" não vai continuar no poder no ano que vem.
Lá pelo quarto tópico, a coluna fica risível, quando Ivan diz que não fará uma pergunta que queria fazer (por educação) ao Alckmin. A pergunta seria "por que Alckmin se atravessou no caminho de José Serra". Oras, jornalista não têm que ficar evitando perguntas como essa. Aliás, é o que muita gente no Brasil queria saber. Até a situação gostaria de ver isto respondido. Mas o Ivan, como bom correligionário que é, não perguntaria. Até posso entender, mas, e o leitor? Entende?
Algumas linhas depois, meu amigo Rupp volta a sua histeria provocada pela decisão do povo, até agora, de continuar com o governo Lula por mais quatro anos. Ele realmente não entende o povo. Confesso que o povo é complicado de se entender. Mas, basta ser povo, estar com o povo, para entendê-lo, disso não tenho dúvidas. Uma amiga petista me disse, meses atrás, que o governo do Volnei ainda não fez muita coisa pelo centro de Itajaí, onde ela mora e trabalha, porém, sua empregada doméstica, que mora na periferia, "é Deus no céu, e o Volnei (prefeito de Itajaí, do PT) na Terra", disse ela. Claro que ela entende, pois é para isso que o PT está no poder, para melhorar as condições daqueles que NUNCA foram a meta principal dos governos anteriores. Aí vem o Ivan dizer que o presidente "não se toca. Segue firme. Sozinho, mas firme (...)". Sozinho onde? Com as pesquisas indicando sua vitória ainda no primeiro turno, com índices beirando o 60% no Nordeste, o lugar mais pobre deste Brasil? Onde é que está este "presidente solitário"? Acho que o Ivan está confundindo com o presidente dos Estados Unidos; ou outro país. É certo que Lula está praticamente sozinho na mídia, enfrentando os "todo-poderosos" da nossa imprensa, faminta por ter a direitona novamente no poder. Eles também estão desesperados, todos com a mesma vontade do Ivan, de sair correndo do Brasil, o que, não seria uma má-idéia. Sabe, eu até diria neste texto, que a miséria caiu 8% de 2003 para 2004; que as exportações dobraram em 2005, batendo um recorde de 120 bilhões de dólares; que o bolsa família (tão reclamado pela direita) atinge 8,7 milhões de famílias; que a renda da família brasileira, em queda há décadas, voltou a crescer pela primeira vez em 2004; iria falar do ProUni, do Samu, da quadruplicação da lei de incentivo à cultura, do salário mínimo etc. etc., mas não. Acho que não adianta falar isso para este pessoal. Eles dirão que é tudo mentira, que isso é coisa de comunista e aquela ladainha que já está virando piada.
posted by RÔMULO MAFRA 16:52
[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]
Comments:
Terça-feira, Maio 23, 2006
"Entrevista" com um(a) reacionário(a) anônimo
Aqui vai uma entrevista fictícia. Não que seja o melhor jeito de se fazer uma entrevista, mas vou usar da mesma "arma" que um amigo jornalista/colunista faz. Aliás, ele é uma parte desta "entidade" que entrevistei; sim, uma entidade, que mistura diversas pessoas (por isso o símbolo da arroba -- @ --, que quer dizer "o" ou "a") da nossa sociedade, com as quais convivemos. Talvez até o leitor identifique algumas delas. Bem, vamos a ela:
-- Por que @ senhor@ acha que povo é burro, não sabe votar?
-- Porque eles vão votar no Lula novamente, e não no Alckmin -- respondeu meu/minha entrevistad@.
Continuei: -- Isso é motivo para chamar o povo de burro?
-- Queres mais algum motivo? -- respondeu-me com uma pergunta.
-- Mas, se o Alckmin está no meio de várias acusações, inclusive, de se opor a qualquer CPI no seu governo estadual, como achas que ele será melhor que o Lula? Contudo, este é somente um dos motivos.
-- Ah, o PT é um partido mequetrefe, não merece estar no poder, e, quando esteve no poder, quis até criar um Conselho de Jornalismo, para tentar censurar a mídia. Lá é lugar para gente bonita, inteligente, letrada; não para um burro, torneiro mecânico e sem-dedo como o Lula. O lugar dele é no meio do povo, fazendo arruaça e oposição. Sim, o lugar do PT é na oposição. Só assim para termos as coisas novamente no seu devido lugar.
-- Só uma coisa, o Conselho Nacional de Jornalismo foi "criado" na época do Fernando Henrique. E nem foi ele quem criou, e sim o Sindicato dos Jornalistas, após dez anos de debates pelo Brasil inteiro. Como @ senhor@ explica esta mentira?
-- Bem... não sei. Só sei que isso é coisa de comunista. Aliás, a maioria dos jornalistas é comunista!
Depois dessa, tentei continuar a entrevista: -- Ainda no campo da política, quem é o culpado pelos ocorridos em São Paulo neste Dia das Mães?
-- Quem mais, se não o Lula! -- disse el@ quase gritando. -- E não duvido nada -- continuou meu entrevistado, quase gritando -- que o próprio PT tenha comandado estes ataques, para tentar derrubar o candidato Alckmin!
-- Mas o dever da segurança pública não é do estado? Inclusive, é o artigo 144º da Constituição; não seria, um dos culpados, o próprio governo de São Paulo, que já comanda aquele estado há doze anos?
-- Vão à merda, vocês! -- num arroubo de descompostura, porém, continuou, ainda exaltado -- Por que querem usar isto como moeda eleitoral?
-- Oras, será que não é porque a oposição está usando, desde o começo, toda estas CPIs somente como moeda eleitoral? Por que vocês podem, e agora, a situação não pode? -- Já disse, o lugar do PT é na oposição.
-- @ senhor@ não vai responder minha pergunta?
-- Não, já respondi, mas como és um petista, não entendes nada. Ao povo, compete obedecer, portanto, o povo não pode decidir. Não pode estar no poder. Lá é lugar para pessoas competentes.
-- O que é ser competente, para @ senhor@?
-- Não ser do PT já é um dos requisitos. Também não ser de qualquer partido socialista ou comunista.
Bem, com essa resposta, acho que encerro minha pseudo-entrevista com esta "entidade" tão presente no nosso dia-a-dia. Ah, se ela quiser direito de resposta, estamos abertos ao debate.
posted by RÔMULO MAFRA 16:46
[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]
Comments:
Segunda-feira, Maio 15, 2006
uma pergunta simples: se fosse o governo do PT que estivesse por doze anos governando o estado de São Paulo, de quem seria a culpa por tudo que está acontecendo naquele estado? quem (qual partido) estaria sendo massacrado por TODA A MÍDIA? qual candidato seria procurado para dar explicações e mais explicações?
ah, mas é o PSDB, né? esse pode fazer a merda que fez nestes doze anos de gestão, e deixar a segurança pública na merda que deixou, que, a mídia, boazinha com seus "iguais", fica quietinha, e até joga a culpa no governo federal; lembrando, este governo federal que está tentando ajudar mandando tropas do exército (entretanto, num jogo político imbecil, é recusado pelo governo do PSDB de São Paulo).
posted by RÔMULO MAFRA 14:58
[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]
Comments:
Segunda-feira, Maio 08, 2006
Povo ignorante?
Lendo a coluna do amigo Ivan Rupp desta semana, mais exatamente, desta quarta-feira (3 de maio), deparei-me com algo que me chamou a atenção. Aliás, foram "algos". Vamos ao primeiro: Ivan, reclamando que o presidente Lula tem a maioria dos brasileiros ao seu lado, diz que é por isso que o Brasil não vai para frente. Ou seja, a culpa é do povo, que apóia o presidente que o Ivan não gosta; vai ver que é por não ser um presidente do seu partido, PFL, mas tudo bem, cada um pode ter sua opinião. Ah, Ivan também diz que "o povo (...) não entende nada", falando em política. Acho que, com esta frase, Ivan se coloca no primeiro item dos que, segundo o mesmo, comandam o Brasil (numerei, para fácil entendimento), pois se o "povo não entende de política", talvez uma ditadura fascista seja o melhor caminho, já que esta ditadura escolherá por este "povo burro". Vou transcrever o que ele diz em seguida ao seu desabafo contra o povo brasileiro: "Somos, mesmo, fadados ao subdesenvolvimento. Mera republiqueta de bananas que oscila entre (1) ditadores fascistas de direita e (2) ditadores demagógicos de esquerda. Nowadays, vivemos a era dos ditadores demagógicos de esquerda. Cheers!". Bem, diria eu que o Ivan estava muito, vamos dizer, "americanóide" na sua coluna; poderia dizer também, elitista, pois nem eu, que me gabo de um inglês "malacabado", soube dizer o que é nowadays; principalmente o que seria cheers. Talvez ele ache que o povão entenda; eu tenho certeza que não, assim como não entendi as segundas aspas dele. Desculpem, estou me fazendo de desentendido, mas, sigamos em frente: "Não há mais a acusação esquerdista de um poder econômico das elites ou força militar que faça valer o desejo dos mais abastados. O povo é a maioria. Vota a seu bel prazer (sic). Pois que seja feita a sua vontade. Por pior que seja. Afinal, isso é ou não é uma democracia?" Ou é uma democracia, ou é uma ditadura demagógica de esquerda (eu já disse que, se tivesse de escolher, preferiria uma ditadura demagógica a uma ditadura fascista?). Ivan tem que escolher quem comanda este país. Dias atrás, acusava a grande imprensa de manipular as informações, quando atingiram o "coitadinho" do Alckmin (estranho ele não se pronunciar com o que fizeram com o Garotinho na capa da Veja). Agora diz que não há "poder econômico das elites (...) que faça valer o desejo dos mais abastados". No meu entendimento, a grande mídia, os "jornalões", a Rede Globo, a Veja, Isto É! etc., são os detentores do poder econômico que serve às elites. Será que estou errado?
Em seguida, Rupp diz que as elites não estão nem aí. Estão lucrando como nunca! Incrível! Então, por que será que o Alckmin diz (calma, segure o fôlego, leitor, pois ele disse isso mesmo) que vai AUMENTAR O DÓLAR EM RELAÇÃO AO REAL, PARA O BRASIL CRESCER? Pôxa, se o Alckimin diz isso, é porque imagina que algo está errado, na ótica do pré-candidato. Porém, o que mais me agradou na coluna do Ivan, desta quarta, foi seu ódio escancarado dos "populistas" Chavez, Evo Morales, Kirchner, Vasquez. Achei maravilhoso e quase dei gargalhadas, já que este ódio contra os "vermelhos" que tomam conta da América do Sul, é principalmente por eles terem tomado o poder pelo meio democrático, coisa que a direitona mundial não consegue compreender. Continuem assim, sem entender, pois o povo, este "burro", já entendeu.
posted by RÔMULO MAFRA 15:46
[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]
Comments:
Quarta-feira, Maio 03, 2006
egotrip nossa de cada dia
frases curtas para resumir pensamentos mil
onda de frio toma conta do país. aqui em Santa Catarina, o frio desceu abaixo de zero. Evo Morales toma conta do que é seu, e a Petrobras sofre as conseqüências; mesmo assim, a empresa brasileira fecha o dia subindo 3 por cento (todos os pré-candidatos tentaram bater no Lula nesta questão, mas foram taxativos -- pelo menos, nas entrelinhas -- que fariam a mesma coisa, exceto o pré-candidato do PSDB. este falou que seria mais, hummm, enérgico). o real está cada vez valendo mais perante o dólar; Geraldo Alckmin diz que vai desestabilizar o real para o Brasil crescer; fácil assim: faz o dólar valer mais no Brasil, que todo mundo fica feliz, até mesmo aquela pobre família que mora lá no interior, longe de tudo. todos contra o Irã. e o Irã contra todos. ninguém (os Estados Unidos) quer deixá-los enriquecer urânio, com perigo de fabricar bomba atômica; mas os EUA podem. eles são diferentes. melhores, os bonzinhos. poucos dias para a Copa do Mundo; Brasil, rumo ao hexa; todos os olhos rumam ao melhor do mundo, Ronaldinho Gaúcho; logo será (será? tomara!) o principal ator da final da Copa dos Campeões, na Europa. Veja diz que Garotinho (um evangélico) é o diabo e provoca greve de fome no ex-governador do Rio de Janeiro; na página seguinte, Alckmin é clean; "um bom candidato, pena que não decola", diz a Veja nas entrelinhas. a campanha na principal revista já começou faz tempo; até o Diogo Mainardi pede impeachment, pois o medo da reeleição nos golpistas é grande, muito grande; talvez, por isso, o colunista da Veja receba, atualmente, menos de vinte e-mails por semana, em franca decadência (antes, era o recordista de correspondência na revista); aliás, esta capa da Veja só comprova o medo, pois Garotinho assustou o candidato do PSDB, chegando a poucos por cento de distância; enquanto isso, a oposição vai sonhando que Alckmin ainda reagirá; no mais, a frase de Carlos Lacerda, na campanha de Getúlio Vargas, década de cinqüenta, deve ser a tônica desta oposição que aí está, e que não agüenta ficar fora do poder por mais quatro anos: "Ele não deve se candidatar. Se se candidatar, não deve se reeleger. Se for eleito, não deve tomar posse. Se tomar posse, deve ser derrubado"; dizem que devemos prestar atenção no vice de Lula; talvez seja ele que governe o país -- a frase inspira medo, mas o que a oposição está fazendo (leia-se falando) no Brasil, hoje, é que inspira esta desconfiança.
no mais, Anaïs Nin continua na minha pauta: "Delta de Vênus" é um baita livro, seguindo deliciosamente "Pequenos Pássaros", da escritora francesa. a falta de internet também continua me pautando; sim, consigo ver o lado bom: estou lendo mais (livros), escrevendo mais, enfim, não estou perdendo tanto tempo na net. estou preparando um "segundo livro não-publicado", e pronto para mandar o meu primeiro livro de contos para editoras; se o leitor que acompanha estas linhas souber de alguma, interessada em literatura erótica de um escritor desconhecido no mercado, entre em contato por e-mail, pois ainda tento ler todos os dias as correspondências eletrônicas. Enquanto isso, este blog vai caminhando jogado às moscas por este que vos escreve, mas existem umas vinte pessoas que me acessam por dia; agradeço a elas o prestígio, e que continuem na esperança que eu volte a escrever aqui com alguma regularidade, pois, se há demanda, é porque, de alguma forma, o trabalho é reconhecido.
enquanto isso, já vi jornalista/colunista reclamando da "perseguição" da grande mídia ao seu candidato, conhecido como Picolé de Chuchu; quer dizer, quando é no dos outros, é pimenta; no deles, deveria ser refresco; este pessoal da oposição continua não aprendendo o que é ser oposição; mas, por enquanto, tenho plena certeza que terão mais quatro anos para aprender como é não estar no poder. ah, segundo o presidente do Ibope, parece que Lula ganhará ainda no primeiro turno, mas, a grande imprensa preferiu nem comentar o assunto. em Itajaí, a água está péssima; o Semasa (autarquia que cuida da nossa água) continua sendo tratado por seu superintendente como "a" Semasa; já falei disto em textos anteriores; esta semana, o mesmo colunista que citei acima disse estar preocupado com tal fato (concordo com o mesmo); o mínimo (mínimo MESMO) que se espera do cara que é (muito bem) pago para estar a frente do Semasa, é que ele se refira corretamente ao lugar que comanda; tudo bem, e o colunista que reclamou do português do Marcello Sodré (do Semasa), deveria também cuidar do seu português: não se escreve "e etc." (ou seja, não vai e antes), nem se usa vírgula antes da mesma abreviatura latina, escrita por extenso "et caetera", se não me engano. Ah, lembrando que também não sou perfeito, principalmente na escrita, portanto, erros devem ser encaminhados a minha persona; pode ser até mesmo nos comentários.
finalizando, ouvindo muito The Doors, após assistir semana passada, novamente, o ótimo filme The Doors, do diretor Oliver Stone. como diria o próprio Rei Lagarto, Jim Morrison: this is the strangest life i´ve ever known. bem, também não exageremos, certo? ;-)
até qualquer dia destes.
posted by RÔMULO MAFRA 09:59
[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]-[@]
|
Acadêmico de Jornalismo da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) no momento não matriculado por causa dos problemas mundiais financeiros (como o 11 de setembro, quedas na bolsa, reeleição do Bush etc) eheheheheh. Mantém uma coluna (sobre imprensa e política) duas vezes por semana no jornal Atlântico. Assinou uma coluna sobre cultura alternativa no Jornal Eletrônico QuerSaber? (2000), e foi "mandado embora" por censura (???). Idealizador do MailZine MãonosCórnOnLine, também colaborou com artigos para o jornal da Cidade (suplemento do Jornal de Santa Catarina), Diário da Cidade, Diário do Litoral (coluna "de vez em quandal"), jornal Página 3, A Notíca, Observatório da Imprensa, jornal Vozes Fora, Cobaia, O Município, além de ter produzido (junto com Fernando Robleño e Juliano Silva) o fanzine Cuspe, ainda quando cursava o 1º semestre de Jornalismo. Atualmente é editor do jornal cultural PLATÉIA, criado em setembro de 2003. Também já publicou um livro de poesias, Ciclotimia, junto com André Pinheiro e Paulo Zembruski.
ORKUT
Meu FOTOLOG
HOME
ARQUIVOS SECRETOS
|
|