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Segunda-feira, Julho 24, 2006
O xxxxx do bispo
como era esperado, o artigo (que deveria ter saído na edição de hoje, 28 de julho) em resposta ao editorial de quinta-feira do jornal Diário da Cidade, NÃO FOI PUBLICADO. semana que vem, estarei entrando com uma ação pedindo na Justiça meu direito de resposta, já que fui citado nominalmente.
outra coisa, o jornal Platéia continuará nas bancas e nos pontos de distribuição NORMALMENTE, ao contrário do que andam falando algumas pessoas pela cidade. amanhã, mais detalhes sobre o assunto, inclusive no Diarinho.
Irresponsabilidade no editorial
Esta carta-artigo (uma resposta ao editorial publicado hoje, 27/07, no Diário da Cidade) foi enviada ao jornal Diário da Cidade, mas, como não houve garantias de que ela seria publicada, mandei também para o Diário do Litoral, para que eu não ficasse sem meu direito de resposta, mesmo não sendo no mesmo jornal onde eu merecia a devida publicação.
Como disse o escritor William Shakeaspeare, "alguns vencem por seus crimes; outros são derrotados por suas virtudes". E parece que foi essa a intenção do editorial do jornal Diário da Cidade desta quinta-feira; tentar atacar o escritor, editor do jornal Platéia, Rômulo Mafra, que vos escreve nesta réplica, pelas suas virtudes. Começo avisando que não serão pelas minhas virtudes que serei derrotado. Posso me gabar da minha honestidade, da minha ética e quero ver alguém tentar provar o contrário. Como não conseguem, tentam pelo lado mais difícil. Na verdade, ao ler este editorial, pensei se tratar de uma piada. Mas, infelizmente, não o era. Tratava-se da pior forma de ataque: a mentira! E vou, aqui, provar que tudo era mentira. Mas acho que devo falar de um trecho que me chamou a atenção: "a frase estampa (...) uma notícia que tomou conta da cidade ontem, com o 'panfletário' Platéia, QUE CIRCULA LIVREMENTE pela cidade (...)". Ficou óbvio para mim que, quem escreveu este editorial (e esta informação eu não tenho, o que é um absurdo!), não concorda que um jornal que fale algo que este outro jornal não concorde, possa "circular livremente". É um absurdo? Sim, mas não é menor dos absurdos das várias acusações levianas feitas a minha pessoa e ao jornal Platéia.
O texto diz que o Platéia nem poderia ser chamado de jornal, pois não tem um "jornalista responsável". Certo, peço ao leitor que procure edições passadas, vá à página do jornal na internet (www.jornalplateia.com.br), baixe as edições e veja se EM TODAS elas não existe um jornalista responsável (o que não aconteceu nesta edição, por um erro de diagramação). Convoco a pessoa que escreveu este editorial a provar o contrário. Mas a piada ganha contornos hilariantes quando eu procuro no expediente do Diário da Cidade, onde está o nome do "jornalista responsável". Adivinhe o leitor... Sim, NÃO HÁ.
Vamos aos outros pontos, nem tão engraçados quanto este último. Diz que uns dos erros nesta última edição do jornal foram: o texto é assinado por mim, que "assino como jornalista". Isso é uma acusação séria, e que NÃO PODE SER PROVADA. Não assino como jornalista. Não digo que sou jornalista. NÃO SOU JORNALISTA. Está e sempre esteve no meu blog, que já possui quatro anos, "estudante de Jornalismo". Já bastaria. Poderia até procurar algum outro artigo meu onde falasse sobre isso, mas não há tempo no momento. E, pra terminar, vêm as três acusações, também muito sérias, dizendo que eu não "ouvi o outro lado" em duas matérias que o editorial se refere: a do Samuel Francelino e do caso do plágio da escritora Marlene Rothbarth. O primeiro caso, liguei para ele, ele retornou a ligação, mas não conseguimos mais conversar, pois o mesmo ficou de ligar e não o fez. Está na matéria. Já Marlene, falei com ela, e a mesma disse que não queria dar declarações sobre o assunto (também está na matéria). Pra piorar, a pessoa que escreveu, NÃO LEU MINHA REPORTAGEM, onde eu digo que Samuel Francelino foi inocentado da acusação, porém, também digo que o Ministério Público entrou com recurso contra esta decisão.
Parece simples, não é mesmo? Mas, quando não se tem motivo para atacar uma pessoa, se inventa, para ver se alguém acredita.
Rômulo Mafra - editor do jornal cultural Platéia
xxx...xxx...xxx
Um "jornaleco" contra os grandões - o caso Brasil Esperança repercute
este artigo é uma resposta aos comentários feitos hoje (quarta, 26 de julho), no jornalístico do meio-dia da Brasil Esperança
"Jornaleco". "Pasquim". Foi com estas palavras que ouvi um comentarista referindo-se ao jornal cultural Platéia ontem (26/06) num canal de televisão aqui de Itajaí. Aquilo muito me entristeceu num primeiro momento, mas, sabendo da qualidade do jornal que edito, do trabalho que estamos fazendo há três anos, logo fiquei mais feliz do que nunca, pois até mesmo a infeliz comparação com o Pasquim, que foi um dos grandes jornais brasileiros, que lutou bravamente contra a Ditadura Militar dos anos 1960/70, senti-me deveras honrado em ver o Platéia levar o apelido de "pasquim", dito por um comentarista que nem mesmo é jornalista e que acha que pode atacar a todos e a tudo não aceitando críticas ou que alguém se intrometa em coisas que o dizem respeito; só que o que ele acha que diz respeito somente a ele e a Brasil Esperança ou coisa que o valha, diz respeito a todos nós, cidadãos de Itajaí; mas este comentarista, incluindo aí mais alguns "comentaristas" e apresentadores de programas desta rede de televisão educativa (?) também falaram contra a liberdade de imprensa. Sim, eles, trabalhando na imprensa, numa TV que se diz educativa, acham que um "jornaleco" como o Platéia não tem o direito de falar de um assunto que deveria ter sido discutido há muito tempo atrás, que deveria ter sido levado a público na época, mas, estes senhores donos desta televisão, se acharam no direito de silenciar a imprensa sobre o assunto com ordens judiciais contra as mesmas, impedindo o direito sagrado do público de saber da verdade. Mas isso não duraria para sempre, disso eu tinha certeza. Por isso aguardei que a Justiça fizesse seu trabalho; mas um juiz, no seu direito, achou por bem dar como inocentes (está, inclusive, na minha matéria) os acusados da denúncia de compra de votos que foi tema deste Platéia de julho. E o tal comentarista leu isso ontem, no jornalístico do meio-dia, como se fosse o final do assunto, caso encerrado. Mas faltou dizer o resto da verdade para seu público, quando omitiu que o Ministério Público entrou com recurso contra esta decisão do juiz.
O importante está feito. O vídeo foi mostrado, está na internet, apesar de boatos indicando que será tirado de lá em algumas horas por alguma outra ordem judicial. As pessoas estão sabendo do que aconteceu naqueles dias anteriores à eleição de 2004. A própria rede de televisão, através deste comentarista, falou sobre o tal vídeo ontem, e isso era um dos objetivos desta matéria: que as pessoas soubessem, através dos vários meios de comunicação (e aqui vai um parabéns ao Diarinho e ao colunista JC, que teve coragem de falar sobre o assunto), do que aconteceu, do que está acontecendo, e, do que irá acontecer na Justiça nos próximos "lances" deste triste episódio. Resta à sociedade, cobrar para que tudo seja feito às claras, e não fiquemos mais no escuro da desinformação.
Rômulo Mafra - editor do jornal cultural Platéia
O conteúdo que estava nesta página, foi retirado por motivo do PROCESSO Nº 2233 - CLASSE XI, DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL
posted by RÔMULO MAFRA 13:11
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Quarta-feira, Julho 19, 2006
estarei, a partir de hoje, viajando para o Paraná, e só volto na madrugada de segunda-feira. recados etc. etc. etc. deixem perdidos por aí no meu e-mail ou nos comentários aqui no bloguito.
posted by RÔMULO MAFRA 12:46
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Quarta-feira, Julho 12, 2006
lendo no momento...
bem, eu tinha esta "seção" no antigo MãonosCórnOnLine, um mail-zine criado por mim e mais alguns amigos estudantes de jornalismo e jornalistas, e ela me ajudava a saber que livros eu tinha lido e tal. e como agora faz um ano do fim do Mcol, vou abrir esta pequena "seção" aqui para falar dos livros (ou HQs) que estou lendo. quem quiser, pode opinar, criticar, pedir sugestões etc. etc.
e, pra começar, aqui vai o que estou lendo atualmente:
Código dos Homens Honestos - ou, A Arte de não se Deixar Enganar pelos Larápios: Honoré de Balzac
livro muito interessante, em forma de código mesmo, e mostra vários dos truques usados pela bandidagem do século XIX. o formato é até meio cômico, com muitas tiradas do autor.
Grandes Clássicos: Batman, Contos do Demônio, de Dennis O´Neil
este grande gibi da Panini Comics mostra o começo da era "dark" do Batman, e introduz um dos vilões mais legais do Cavaleiro de Gotham, Ras´ Al Ghul.
posted by RÔMULO MAFRA 15:54
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Terça-feira, Julho 11, 2006
Zidane "matador"
e a "cabeçada" de Zidane já está rodando a internet em novas e divertidas (umas nem tanto) versões da (já famosa) cabeçada acertada no italiano-carniceiro Materazzi, na final da Copa do Mundo de 2006. já virou um clássico da internet, e tem pra todos os gostos: Zidane destruindo a Estrela-da-Morte de Star Wars, Zidane sendo mandado pro espaço no revide de Materazzi, e Zidane salvando Materazzi de um "gatinho franco-atirador", além do ótimo "Finish Him", à la Mortal Kombat. Assistam aqui.
posted by RÔMULO MAFRA 00:03
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Segunda-feira, Julho 10, 2006
Não basta que seja pura e justa a nossa causa.
É necessário que a pureza e a justiça existam dentro de nós.
Dos que vieram e conosco se aliaram muitos traziam sombras no olhar
intenções estranhas.
Para alguns deles a razão da luta era só ódio: um ódio antigo
centrado e surdo como uma lança.
Para alguns outros era uma bolsa vazia (queriam enchê-la)
queriam enche-la com coisas sujas inconfessáveis.
Outros viemos.
Lutar para nós é ver aquilo que o povo quer realizado.
É ter a terra onde nascemos.
É sermos livres para trabalhar.
É ter para nós o que criamos
Lutar para nós é um destino,
é uma ponte entre a descrença e a certeza de um mundo novo.
Na mesma barca nos encontramos. Todos concordam, vamos lutar.
Lutar para que? Para dar vazão ao ódio antigo?
ou para ganharmos a liberdade e ter para nos o que criamos?
Na mesma barca nos encontramos, quem há de ser o timoneiro?
Ah as tramas que eles teceram! Ah as lutas que aí travamos!
Mantivemo-nos firmes: no povo
buscamos a força
e a razão.
Inexoravelmente
como uma onda que ninguém trava
vencemos
o povo tomou a direção da barca.
Mas a lição foi aprendida:
Não basta que seja pura e justa a nossa causa.
É necessário que a pureza e a justiça existam dentro de nós.
Agostinho Neto
primeiro presidente de Angola, de 1975 à 1979
posted by RÔMULO MAFRA 17:24
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Sexta-feira, Julho 07, 2006
"Você já amou? É horrível, não? Você fica tão vulnerável. O amor abre o seu peito e abre o seu coração e isso significa que qualquer um pode entrar em você e bagunçar tudo. Você ergue todas essas defesas. Constrói essa armadura inteira, durante anos, para que nada possa lhe causar mal. Aí uma pessoa idiota, igualzinha a qualquer outro idiota, entra em sua vida. Você dá a essa pessoa um pedaço seu, e ela nem pediu. Um dia, ela faz alguma coisa besta como beijar você ou sorrir, e de repente sua vida não lhe pertence mais. O amor faz reféns. Ele entra em você. Devora tudo que é seu e lhe deixa chorando na escuridão. E então uma simples frase como 'talvez devêssemos ser apenas amigos' se transforma em estilhaços de vidro rasgando seu coração. Isso dói. Não só na sua imaginação ou mente. É uma dor na alma, uma dor no corpo, é uma verdadeira dor-que-entra-em-você-e-o-destroça-por-dentro. Nada deveria ser assim, principalmente o amor.
Odeio o amor"
Entes Queridos!!!
Sandman nº66
depois dizem que quadrinho não é literatura (ou, pelo menos, uma forma de literatura)
posted by RÔMULO MAFRA 14:57
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Quinta-feira, Julho 06, 2006
Estudo mostra que população mundial tem descendência real
achei muito interessante esta notícia, que recebi num boletim que chega todo dia pra mim (Bom Dia Pessoal), e coloco ele aqui pra quem gosta de genealogias e coisas afins.
Todos habitantes do mundo descendem de alguém que viveu, provavelmente, há alguns milhares de anos, o que inclui qualquer linhagem real, de acordo com Steve Olson, professor da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e autor do livro "Mapeando a História Humana". O ascendente em comum viveu não muito tempo atrás e pode ter sido contemporâneo do faraó egípcio Tutancâmon ou até mesmo de Cristo.
"É uma certeza matemática que esta pessoa existe", disse Olson, cujo livro fala sobre a história da espécie desde suas origens na África, há 100 mil anos.
Com a ajuda de um estatístico, um cientista da computação e um supercomputador, Olson calculou o quão interconectada árvore da genealogia humana é. De acordo com seus cálculos, se voltarmos cerca de 5 ou 7 mil no tempo, toda população teria algum grau de parentesco com qualquer pessoa de hoje, ou sua linha morreu sem deixar descendentes.
Com sua constatação, Olson afirma que todo palestino suicida tem judeus no seu passado, assim como todo membro da KKK tem negros e todo muçulmano tem xiita.
A conta para se comprovar isto é muito simples. Todo mundo descende de duas pessoas, quatro avós e oito bisavós. Continua-se voltando gerações - 16, 32, 64, 128, 256 - em poucas centenas de anos já se está na casa do milhares e, por volta do século XIII, em um bilhão, e no século IX, um trilhão, que compreende mais que toda a população da época.
Mas como explicar que pelo século IX havia um trilhão de ancestrais? Acontece que existe pessoas que aparecem várias vezes na mesma árvore genealógica, como por exemplo uma mulher que seria ancestral de sua mãe e cujo filho do seu pai. Isto a colocaria em dois ramos de uma mesma árvore.
Então quando religiosos muçulmanos, cristão e judeus dizem que todos são filhos de Abraão, estão provavelmente certos. Tais afirmações também dariam 100% que todas pessoas descendem de algum rei e conquistador famoso da antiguidades, ou dos dois.
posted by RÔMULO MAFRA 18:08
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Terça-feira, Julho 04, 2006
música dos homens...
música, música, música. será que há arte mais encantadora que esta? será que existe algo que eleve mais o ser humano perto de algo que chamamos de céu? fico matutando estas coisas, enquanto ouço o primeiro movimento (adagio - allegro) do Quarteto de Cordas nº 19 em Dó Maior, Kv. 387 de Mozart, tocado pelo Quarteto de Brasília, nesta noite fria de terça-feira, aqui em Itajaí. a apresentação do Quarteto de Brasília aconteceu no Teatro Municipal de Itajaí, ao valor irrisório de um quilo de alimento não perecível. mas estas minhas viagens continuaram. comecei a pensar como um escritor (sim, modestamente, considero-me um escritor) como eu poderia ter uma obra imortal, alcançar o nível que Mozart, Vivaldi, Haydin, Carlos Gomes, Chico Buarque, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos conseguiram. claro que estou fazendo comparações quase absurda, devido ao nível dos citados, mas quem ser humano não sonha assim, nem que seja por um dia? eu sonho, mas, meu intento de conseguir a tal "imortalidade" será pelo campo da literatura. estou nesta luta há algum tempo. mas, será que a comparação é possível? sim, pois existe um Oscar Wilde, um Machado de Assis, um Drummond, um Marquês de Sade, Rubem Fonseca, Nabokov, Balzac, Lima Barreto, Fernando Pessoa e mais um monte de gente que também poderia citar, e estes são "imortais". mas, acredito, não atingem o nível da música. sei, são coisas diferentes. e é, talvez, nesta diferença é que está o problema, pois a literatura não atinge no mesmo nível; é algo mais pessoal, algo que não tem muito como explicar, ou nem precisa. já a música não, ela atinge platéias, pessoas que, juntas participam da mesma experiência, claro que, cada uma a seu modo, mas, juntas num mesmo ambiente sendo agraciadas pelos toques melódicos da arte que mais nos aproxima do céu. não sei, este pequeno texto não tinha um propósito certo, pois somente queria registrar algo que me "atacara" durante esta apresentação e que queria desabafar; sobre esta diferença, sobre estas vontades minhas, sobre a música celestial feita por humanos-quase-sobre-humanos. é isso. espero que alguém tenha compreendido algo. já valeria a pena ter escrito isto tudo. de qualquer modo, foi um desabafo (foi?), e sempre é bom desabafar.
(mais tarde volto pra corrigir este texto ehehhe)
posted by RÔMULO MAFRA 22:59
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Segunda-feira, Julho 03, 2006
pequena crônica da derrota...
perdemos. não, talvez não seja esta a palavra correta. perderam pode estar mais próximo da realidade, pois, é claro, se dependesse da crença do povo brasileiro nos excelentes jogadores que lá estavam, na Alemanha, este time chegaria na final até mesmo com o time reserva. de quem é a culpa? existe um culpado? sim, e está provado pelo jogo feio, mantido pelo Parreira em todas as partidas, e inclusive eu me sinto culpado, por ter preferido este futebol de resultados ao futebol bonito (que, em tese, venceria do mesmo jeito). mas, o Parreira deve sair após ter sua "tese" desmontada pela fraca França. fraca, mas que mereceu a vitória; poderia ter ganho de muito mais, só que a zaga brasileira foi a única coisa que funcionou muito bem na competição. alguns dizem que este time não deveria ter técnico. talvez seja uma idéia maluca, mas, uma idéia, ou uma vaga idéia do que este timaço poderia ter rendido, se fosse comandado por alguém que não só pensasse em resultados positivos. eu disse "não só".
porém, o culpado está, ao meu ver, um pouco acima do Zagallo, na pessoa do presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira. não há dúvidas de que o culpado também é o "cartola" e não só o técnico. não só o Roberto Carlos, que ficou parado naquele cruzamento fatídico (aliás, aconteceria, de um jeito ou de outro, não tenho dúvida). tiremos este Ricardo Teixeira da CBF. aliás, quem é que pode tirá-lo? ele é eleito, certo? quem vota? devemos pressionar quem vota, então? os presidentes das confederações estaduais? faremos isso? ou esperaremos outro técnico subordinado a este Ricardo Teixeira? que irá dizer que TEM que escalar nossas "estrelas", principalmente as que estão nos comerciais de nossos digníssimos patrocinadores? é assim que vai continuar? é assim que vamos continuar sofrendo com este futebol "burrocrático" feito para as mídias, e não para o povo que o criou (sim, criamos o futebol-arte)? perguntas e mais perguntas. é assim que deve acabar esta pequena e revoltada crônica da derrota. e que o Felipão seja campeão na Alemanha.
posted by RÔMULO MAFRA 00:15
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Acadêmico de Jornalismo da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) no momento não matriculado por causa dos problemas mundiais financeiros (como o 11 de setembro, quedas na bolsa, reeleição do Bush etc) eheheheheh. Mantém uma coluna (sobre imprensa e política) duas vezes por semana no jornal Atlântico. Assinou uma coluna sobre cultura alternativa no Jornal Eletrônico QuerSaber? (2000), e foi "mandado embora" por censura (???). Idealizador do MailZine MãonosCórnOnLine, também colaborou com artigos para o jornal da Cidade (suplemento do Jornal de Santa Catarina), Diário da Cidade, Diário do Litoral (coluna "de vez em quandal"), jornal Página 3, A Notíca, Observatório da Imprensa, jornal Vozes Fora, Cobaia, O Município, além de ter produzido (junto com Fernando Robleño e Juliano Silva) o fanzine Cuspe, ainda quando cursava o 1º semestre de Jornalismo. Atualmente é editor do jornal cultural PLATÉIA, criado em setembro de 2003. Também já publicou um livro de poesias, Ciclotimia, junto com André Pinheiro e Paulo Zembruski.
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